A generosidade é um remédio:
Quando fazemos o bem, mandamos sinais positivos para o nervo pneumogástrico, um dos mais importantes do nosso corpo, que sai da medula e desce até a região do abdômen. Assim, ficamos mais calmos, reduzimos o risco de problemas cardíacos, e o corpo inteiro agradece.
O pesquisador Dacher Keltner explica que esse processo diminui os batimentos cardíacos e, ao mesmo tempo, cria nas pessoas uma sensação de proximidade e confiança. “A generosidade faz bem para a saúde”, afirma o especialista que aproveita para lembrar que abraços fazem muito bem à saúde.
Sim, além disso é verdade que o trabalho voluntário é uma boa maneira de cuidar da saúde. Pesquisas confirmam que ajudar o próximo, além de proporcionar benefícios para a alma, reduz o estresse, combate a insônia, a depressão, entre outros males.
Primeiramente quero dizer que vou sempre tentar postar assuntos interessantes nesse blog,sou um fã particular da área de saúde e por isso constantemente trarei notícias e debates sobre a área de saúde,principalmente relacionados a odontologia e seus anexos.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Provas do papel importante da hereditariedade na determinação da inteligência.
1- O Q.I. de gémeos idênticos educados no mesmo meio apresenta mais semelhanças do que o Q.I. de gémeos dizigóticos, de irmãos e de irmãs e de primos.
Assim, quanto maior é a semelhança genética entre os indivíduos tanto mais semelhante é o seu Q.I. O Q.I. de gémeos idênticos educados juntos apresenta uma correlação de +0.90, enquanto o de irmãos apresenta uma correlação de +0.50 e o de primos de +0.15.
Uma vez que os gêmeos idênticos são intelectualmente mais parecidos do que os gêmeos dizigóticos e desenvolvendo-se ambos os tipos de gêmeos em condições ambientais semelhantes, concluem os investigadores que as diferenças quanto ao nível de inteligência evidenciam o papel da hereditariedade.
2- O Q.I. de crianças adotadas assemelha-se mais ao dos pais biológicos do que ao dos pais adotivos.
Se a inteligência não fosse fortemente influenciada por fatores genéticos, biológicos, o Q.I. das crianças adotadas estaria mais próximo do Q.I. dos seus pais adotivos.
A correlação entre o Q.I. de crianças adotadas e o dos pais biológicos é de + 0.40 a +0.50, ao passo a correlação entre o Q.I. de crianças adotadas e o dos pais adotivos é de +0.10 a +0.20 (Jenks, 1972; Munainger, 1978). Quanto maior a correlação mais forte a relação entre as variáveis. Neste caso, há uma maior relação entre hereditariedade e inteligência do que meio e inteligência.
3- O Q.I. de gêmeos idênticos (que têm exatamente os mesmos genes) separados à nascença ou pouco depois é muito semelhante ao de gêmeos idênticos educados juntos.
Este tipo de estudos é muito valorizado pelos geneticistas do comportamento. Com efeito, estudar gêmeos idênticos (que herdam os mesmos genes) educados e criados em ambientes familiares e socioculturais diferentes e, por vezes, extremamente opostos é considerada a melhor forma de separar as contribuições relativas da hereditariedade e do meio. Tal situação é importante porque se estabelece, em princípio, um contraste entre a identidade genética de cada par de indivíduos e a dissemelhança ambiental em que cada membro do par cresce e é educado. Quando, neste caso, tais gêmeos apresentam grandes semelhanças nas suas características conclui-se que a influência hereditária é bastante forte e decisiva. Se os gêmeos idênticos dispersos por diferentes ambientes revelarem diferenças significativas quanto a determinada característica conclui-se que há forte influência do meio.
Afinal o cirurgião bucomaxilofacial faz o quê?
A Cirurgia Bucomaxilofacial ou mais corretamente, cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial, é uma especialidade da odontologaia, que trata cirurgicamente as doenças da cavidade bucal e anexos, tais como: traumatismos e deformidades faciais (congênitos ou adquiridos), traumas e deformidades dos maxilares e da mandíbula, envolvendo a região compreendida entre o osso hióide e o supercílio de baixo para cima, e do tragus a pirâmide nasal, de trás para diante.
Dentre as doenças existem os tumores benignos e malignos, os cistos dos maxilares, as provocadas por fungos, vírus, e manifestações associadas a doenças sistêmicas como AIDS, tuberculose, sífilis entre outras. As deformidades faciais são compreendidas desde as seqüelas de doenças como o câncer, os traumas severos, ou distúrbios do desenvolvimento, como as síndromes ou alterações do desenvolvimento como o prognatismo (aumento dos maxilares), micrognatismo (diminuição dos maxilares) ou a combinação delas.
Os profissionais que fazem esse tipo de cirurgia são cirurgiões-dentistas com especialização em cirurgia e traumatologia buco-maxilo-facial e com especialização – e residência – feita em ambiente hospitalar durante dois anos. Eles são capacitados a cirurgias mais complexas e mais delicadas que as normais, podendo tratar defeitos congênitos, deformidades da face, doenças benignas, traumas, fraturas e estética dos dentes, ossos da face, boca e tecidos da cavidade oral.
São vários os tipos de cirurgias que podem ser feitas,dentre as principais temos: - Remoção de dentes inclusos (terceiros molares, caninos, pré-molares, etc.).
- Pacientes com perdas ósseas importantes fazem enxertias ósseas.
- Dores na face, relacionadas ou não a problemas de ATM, passam por intervenções cirúrgicas como as realizadas através de artroscópios, tratando das artroses, artrites e outras deformidades ou alterações.
- Mandíbula, maxila e região zigomática com deformidades faciais, causando problemas estéticos e funcionais (fala, deglutição, etc).
- Vítimas de acidentes com ferimentos e fraturas nos ossos da face e dentes.
- Pacientes com tumores e cistos - remoção dessas lesões e reconstrução das estruturas de apoio da face (maxila, mandíbula, zigoma e dentes), para readquirirem a fala, deglutição e recuperarem o perfil e a estética facial.
- Cirurgias reconstrutivas e de implantes osseointegrados.
A genética na construção do conhecimento do próprio corpo.
Durante as últimas décadas, foram descobertos na espécie humana vários genes que existem em duas ou mais formas alélicas (formas alternativas de um mesmo gene). Em muitos casos, as diferenças no efeito provocado pelas diferentes formas são relativamente inócuas, uma vez que não constituem nem uma vantagem nem uma desvantagem adaptativa para os indivíduos. Porém, em muitos outros casos, a forma alélica de um gene está intimamente relacionada com uma doença genética ou então com uma malformação ao nível do desenvolvimento, pelo que assume grande relevância o fato dos indivíduos terem conhecimento da sua própria ascendência genética e da do seu potencial companheiro. Este conhecimento irá permitir-lhes que calculem inteligentemente a probabilidade de um carácter, à partida não desejável, aparecer nos seus filhos, ao mesmo tempo que os irá preparar para a eventualidade de terem de enfrentar o efeito de uma doença genética. Um ótimo exemplo de como tal prevenção pode ser útil relaciona-se com uma patologia denominada galactosemia. Os indivíduos afectados por esta doença são homozigóticos (indivíduos que apresentam um genótipo formado por dois alelos iguais para determinado carácter) em relação a um gene recessivo, cuja forma dominante, normal, é responsável por uma enzima utilizada para metabolizar o açúcar e o leite. Estes indivíduos produzem uma enzima deficiente e são incapazes de utilizar a lactose, o açúcar vulgar que se encontra no leite. Os efeitos desta patologia começam a sentir-se bastante cedo, por volta de uma semana após a ocorrência do nascimento. É bastante provável, perante a ausência de um diagnóstico convenientemente precoce, que a criança seja atacada por icterícia, tenha diarreia e sofra de graves diminuições das funções do fígado e dos rins. Em casos mais extremos, a morte segue-se um pouco mais tarde. Nos casos em que a criança sobrevive possui um crescimento atrofiado e um atraso mental acentuado. Ora acontece que se o diagnóstico for suficientemente precoce, o desenvolvimento físico e mental pode perfeitamente ser normal através unicamente da eliminação da lactose da alimentação, fornecendo à criança açúcar sob outras formas.
Contudo outros casos podem ser mais sérios e mesmo incuráveis. São conhecidas várias doenças debilitantes devidas a causas genéticas específicas. Estas incluem a distrofia muscular, a diabetes, a hemofilia, a anemia falciforme e a doença de Tay-Sach, isto nomeando apenas algumas. No último caso, um embrião pode ser testado logo no início do seu desenvolvimento procedendo-se à extracção de uma pequena quantidade de líquido do âmnio, o saco de líquido que envolve o embrião. Deste modo, uma criança que possua esta patologia, poderá obter um diagnóstico bastante satisfatório ainda antes do próprio nascimento. Com o estado actual da tecnologia médica, a criança nascerá, viverá alguns anos, perderá gradualmente o controlo muscular e a coordenação nervosa por deterioração progressiva do sistema nervoso central, acabando por morrer. Os pais, alertados para a possibilidade do seu filho vir a possuir esta anomalia genética, podem descobrir no início da gravidez da mãe que a criança será afectada, e, eventualmente, decidir-se pela interrupção da gravidez.
As doenças genéticas podem igualmente ser provocadas por alelos dominantes que, ao contrário dos recessivos, possuem a capacidade de se manifestar nos indivíduos heterozigóticos (indivíduos que apresentam um genótipo formado por dois alelos diferentes). Uma doença chamada aplasia da retina, por exemplo, causa a cegueira no homem e é herdada como um gene dominante. Os indivíduos que são heterozigóticos em relação a este gene e ao seu alelo recessivo normal sofrem de uma malformação da retina que acaba por lhes provocar a cegueira.
A anemia de células falciformes ou siclemia é uma doença relativamente vulgar nas regiões do velho mundo, sendo especialmente predominante em certas regiões da África, da Índia meridional e em algumas regiões dos países limítrofes do mar Mediterrâneo. Os indivíduos que são homozigóticos em relação ao gene que provoca esta doença sofrem de atraso no desenvolvimento, elevadas taxas de destruição de sangue durante as infecções, ulcerações e outros problemas. A morte ocorre algumas vezes na infância, mas por vezes as pessoas afectadas sobrevivem até serem adultas. A doença foi assim denominada devido ao aspecto dos glóbulos vermelhos quando os tecidos contêm baixos níveis de oxigénio. O glóbulo vermelho encurva-se e aparece em forma de foice quando visto de lado, e não achatado como os glóbulos normais.
Uma forma mais moderna da doença manifesta-se em indivíduos que são heterozigóticos para o gene da siclemia, anomalia essa que só raramente ocasiona uma incapacidade. Os glóbulos dos indivíduos heterozigóticos apresentam igualmente uma forma de foice, tendo este acontecimento apenas lugar perante níveis de oxigênio bastante baixos.
Os estudos de hereditariedade humana baseiam-se principalmente na análise de árvores genealógicas.
Uma árvore genealógica, ou pedigree, é um esquema que permite seguir a transmissão de certos caracteres numa família ao longo de várias gerações. A análise de uma árvore genealógica reveste-se de uma crucial importância na determinação da origem de certas doenças ou anomalias, permitindo igualmente inferir os riscos da sua transmissão às gerações vindouras.
Uma forma mais moderna da doença manifesta-se em indivíduos que são heterozigóticos para o gene da siclemia, anomalia essa que só raramente ocasiona uma incapacidade. Os glóbulos dos indivíduos heterozigóticos apresentam igualmente uma forma de foice, tendo este acontecimento apenas lugar perante níveis de oxigênio bastante baixos.
Os estudos de hereditariedade humana baseiam-se principalmente na análise de árvores genealógicas.
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